quinta-feira, 24 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
As 10 maiores trapaças da história do futebol
Em meio ao escândalo da Renault na Fórmula 1 envolvendo o piloto brasileiro Nelsinho Piquet, o diário espanhol "Marca" apontou as dez maiores trapaças da História do esporte. Dois acontecimentos futebolísticos foram incluídos - um deles, envolvendo o goleiro chileno Rojas, é bem conhecido dos brasileiros. Confira a lista:
Dora se chama Hermann
A alemã Dora Ratjen bateu o recorde mundial do salto em distância em 1938, durante o Campeonato Europeu de Atletismo, em Viena. No entanto, soube-se depois que ela, na verdade, era um homem. Hermann Ratjen foi obrigado pelos nazistas a competir como mulher pela Alemanha.
Maratona de metrô
A norte-americana de origem cubana Rosie Ruiz venceu a Maratona de Boston em 1980. Seu tempo foi de 2h31min36s - 25 minutos mais rápido do que fez pouco antes em Nova York. Descobriu-se, então, que, em ambas as provas, ela utilizou o metrô.
A "mão de Deus"
Maradona fez um dos mais famosos gols da História do futebol na vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, na Copa-1986. O argentino dividiu a bola bom o goleiro e levou a melhor - com a mão! No entanto, o juiz não viu a irregularidade e validou o gol, decisivo na conquista daquele Mundial.
Nada deficientes
A seleção de basquete espanhola conquistou o ouro na Paraolimpíada de 2000, em Sidney. Dias depois, foi descoberto que dez jogadores do time não possuíam nenhuma deficiência mental - um deles, inclusive, era jornalista. A Espanha foi punida e perdeu o ouro.
Trapaça no gelo
Na década de 90, as americanas Tonya Harding e Nancy Kerrigan eram grandes rivais na patinação no gelo. A disputa chegou a níveis extremos, a ponto de Harding contratar alguém para machucar o joelho de Kerrigan. Atingida no joelho com uma barra de ferro, ela se recuperou a tempo de disputar a Olimpíada de Inverno de 1994, levando a medalha de prata.
Choque nos rivais
O pentatleta russo Boris Onischenko possuía um interruptor elétrico em seu florete para dar choques nos adversários durante as provas de esgrima. O episódio aconteceu durante os Jogos Olímpicos de 1976, em Montreal.
Luvas de gesso
Em 1983, o boxeador Luis Resto nocauteou com facilidade o até então invicto Billy Collins. A surra, no entanto, teve motivo: Resto estava com as luvas endurecidas por conta de gesso colocado por seu técnico, Carlos "Panamá" Lewis.
Corte mais famoso da história
Há 20 anos, o goleiro da seleção chilena Rojas causou a interrupção de partida contra o Brasil, no Maracanã, pelas Eliminatórias para a Copa-90. A Seleção vencia por 1 a 0. Rojas sofreu um corte no rosto, supostamente por um objeto atirado pela torcida. No entanto, foi comprovado que ele mesmo se cortou. O goleiro foi suspenso por toda a vida.
"Jeitinho" no golfe
O golfista David Robertson foi surpreendido enquanto ajeitava a bola em uma melhor posição, durante torneio de classificação para o Aberto da Inglaterra, em 1985. O atleta foi multado em 30 mil euros () e suspenso do circuito profissional por 30 anos.
"Primeira" trapaça da história
Fred Lorz é considerado o primeiro trapaceiro da era moderna do esporte. Na Olimpíada de Saint Louis, em 1904, o americano venceu com folga a maratona. No entanto, quando ia receber a medalha de ouro, foi desclassificado. Ele fez cerca de 10km do percurso de carro.
Postado por
Fernando Costa
às
04:43
0
comentários
Marcadores: 10 maiores, futebol, trapaças
domingo, 30 de agosto de 2009
Ociosidade
Quem não tem muito do que fazer acaba aprontando alguma coisa.
Foi em um desses momentos que meu irmão e eu fizemos um video utilizando meias nas mãos.
A interpretação é da música siga seu rumo de Jane e Herondy.
Foi em um desses momentos que meu irmão e eu fizemos um video utilizando meias nas mãos.
A interpretação é da música siga seu rumo de Jane e Herondy.
Já que você não está fazendo nada assiste aí também!
Postado por
Fernando Costa
às
16:25
0
comentários
Marcadores: Jane e Herondy, meias, ociosidade
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
A indignação é tanta que nem sei por onde começar. Acho que pelo início é legal, vamos lá.
Desde criança sempre ouvi os mais velhos reclamando: "Ah, o Sarney não presta, é ladrão, está afundando o Maranhão". Até que rimou, mas uma poesia minha tem que ser de algo bonito e quando falo nesse sujeito só penso em tudo que há de ruim.
A história do Maranhão quase todo mundo conhece e mesmo assim ouvindo resmungos contra ele a todo instante não entendo como o bigodudo continua mandando e desmandando no nosso Estado. Décadas de atraso marcam o Maranhão e que ao meu ver continuarão perseguindo-nos. Parece até que essa família está colada a essa terra com cola Super-bonder. Tenta separar pra ver...
Parece até que o Maranhão parou no tempo, com crescimento estagnado, fomos/somos manchetes de jornais como o estado em que um governador foi cassado com golpe por cima de golpe e acreditem, tem maranhense feliz porque a família Sarney voltou ao parque de diversões.
Agora aqueles que conheciam o Maranhão como a terra de Sarney, estão vendo de perto a emancipação da Sarneylândia.
Imoralidades surgiram por baixo do bigode e já estão desaparecendo como poeira ao vento. É tanta gente com medo do Sarney que exclamo: Óh, e agora quem poderá nos defender? Me desespero porque sei que o Chapolin colorado não irá desaparecer. Tá certo, eu concordo, ele é um herói atrapalhado, mas seria uma ajuda a altura do vilão, não dizendo que o Sarney é atrapalhado, longe de mim dizer isso, em anos ele provou ser frio e calculista, mas comparo ao ponto de dizer que isso é uma grande comédia. Sim, comédia. Só nos resta sorrir e fazer uma aposta no bairro valendo um chocolate para quem acertar o nome de quem irá enfrentar o "Godpainho".Já ficou provado que a maioria do congresso tem medo do "Dono do MARanhão" e é esse medo que está transformando o bigode em "Dono do BARzinho". Isso mesmo, barzinho. Foi nisso que o congresso foi transformado.
Sem falso otimismo fique certo que o Sarney MUITO difiilmente deixará a presidência do senado. Como na sátira ao lado, é mais fácil o Sarney levar o senado com ele, talvez até aqui para a Sarneylândia.
Agora caro leitor, se Gonçalves Dias vivesse nos dias de hoje concerteza ele não teria escrito a Canção do exílio, ou talvez na melhor das hipóteses ele não escreveria a última estrofe para não morrer de desgosto.
- Não permita Deus que eu morra
- Sem que eu volte para lá
- Sem que desfrute dos primores
- Que não encontro eu cá
- Sem qu'inda aviste as palmeiras
- Onde canta o sabiá
Postado por
Fernando Costa
às
08:22
0
comentários
Assinar:
Postagens (Atom)



